30 abril 2013

Porque nos tornamos naquilo que amamos

Porque é que é importante parar, olharmos para dentro e perguntarmo-nos:

Tenho uma vida com propósito? Qual é o meu propósito de vida? O que é que me apaixona?

Eu digo-lhe porquê: Porque nos tornamos naquilo que amamos!

Ao alinharmos quem somos, com o que fazemosa vida enche-se de autenticidade, plenitude e harmonia. 

Mesmo que não tenha um emprego de sonho - ou emprego algum, até - uma casa de filme ou uma família romanceada, dedique tempo a fazer o que mais gosta. Sem a ambição de fazer perfeito ou depressa. Apenas pelo gozo de fazer.

Comece. Apenas comece. E desfrute.

Se fizer aquilo que mais gosta, que o apaixona, vai fazê-lo bem.
Com persistência, curiosidade e empenho, pode tornar-se muito bom a fazê-lo.
E se for muito bom a fazer o que mais gosta, vai obter reconhecimento, incentivo e solicitações para que faça mais e melhor!

Apaixone-se pela vida! Construa uma vida com propósito!

Deixe ressoar o seu bem estar em quem está à sua volta e usufrua de relações mais satisfatórias.

P.S.: No post de amanhã dou-lhe uma dica sobre como pode deixar-se ir ao encontro daquilo que o apaixona, caso ainda desconheça ou se tenha perdido a meio do caminho.

P.S.: E se precisar de ajuda adicional, já sabe: estou ao seu dispor! Entre em contacto comigo!

29 abril 2013

Insónia

Noites de insónia são como viver em jet lag permanente.

Noite após noite, dia após dia, instala-se o cansaço físico e mental, a falta de concentração e a irritabilidade.

Se este for o seu caso, saiba que não está só: de forma pontual, transitória ou crónica, 50% da população já experimentou noites de insónia.

Não desanime nem se renda! A insónia pode ser prevenida e tratada! Mais à frente neste post, ofereço-lhe um plano de intervenção.

Se encontrar dificuldades adicionais, contacte-me. Não adie noites de sono tranquilas, reparadoras e revigorantes.

A insónia pode surgir devido a problemas de saúde, mudanças de vida, medicação, depressão ou ansiedade.

Os tratamentos psicossociais são preferíveis aos farmacológicos, devido aos efeitos secundários de dependência que estes últimos podem implicar.

As estratégicas consideradas mais eficazes são as terapias de Controlo do Estímulo, Restrição do Sono, Relaxamento, Educação da Higiene do Sono e Cognitivo-comportamental.

Prevenir e combater a insónia é fundamental para a sua saúde e bem estar... e tenho a certeza de que quem o rodeia também agradece ;)

Apresento-lhe um plano simples para combater as insónias, que pode começar a utilizar já hoje:
  • Deite-se todos os dias à mesma hora.
  • Controle o ambiente do quarto: temperatura, humidade, luz, barulho.
  • Se não sentir sono nos primeiros 15/20 minutos,  levante-se e vá para outra parte da casa. Leia, veja televisão, descontraia.
  • Use o quarto e a cama apenas para dormir ou para o relacionamento amoroso. Deixe a leitura, televisão ou computador fora do quarto.
  •  Se acordar durante a noite e não voltar a adormecer passados 15/20 minutos,  levante-se, saia do quarto e relaxe. Volte para  a cama apenas quando se sentir sonolento.
  • Levante-se todos os dias à mesma hora, mesmo que tenha dormido mal.
  • Não tente corrigir o problema indo para a cama mais cedo na noite seguinte. Vá para a cama à hora habitual.
  • Elimine o consumo de substâncias estimulantes e inibidoras do sono, tais como o álcool, o tabaco, o café e o chá.
  • Seja paciente. A aquisição de novas rotinas exige persistência. Os seus efeitos podem demorar 2 a 4 semanas a aparecer, dependendo da causa e severidade da insónia.
  • Se a insónia persistir, contacte um técnico de saúde. Pela minha parte, estou a seu dispor!

27 abril 2013

Decisões difícies

Tem de tomar uma decisão difícil? Daquelas que se apresentam irreversíveis, cruciais, capazes de definir todo o futuro?

Trocar de curso, mudar de emprego, comprar uma casa, emigrar ou divorciar-se, são exemplos de decisões que podem lançar qualquer pessoa num vertiginoso processo de tomada de decisão.

Uma estratégia habitual é escrever uma espécie de livro mental de deve-e-haver das vantagens e desvantagens, dos prós e dos contras.

Se a balança ficar equilibrada ou o resultado não for suficientemente securizante e pacificador, experimente perguntar-se: o que é que me prende? O que é que me chama? 

Recorde os seu princípios e valores fundamentais.

Visualize o seu propósito de vida.

O que é que o prende? O que é que o chama?

Onde é que estão os seus princípios e valores fundamentais? No que o prende ou, no que o chama?

Onde é que poderá concretizar o seu propósito de vida, sendo fiel aos seus princípios e valores fundamentais? No que o prende ou, no que o chama?





25 abril 2013

QI, QE e QS: inteligência ao cubo

Tão inteligente para umas coisas e, tão pouco para outras!

Esta frase já se aplicou a cada um de nós em algum momento da vida e é completamente verdadeira!

Para além do conhecido QI, também temos um QE e um QS que nos condicionam.

Surpreendido? Sabe do que falo?

Falo de inteligências e do potencial que têm para transformar a sua vida!

QI, QE e QS são três quocientes de inteligência. Existem mais alguns mas, hoje vamos focar-nos nestes três. 

Avaliam, respectivamente, a capacidade de aprendizagem, de relação com os outros e o posicionamento perante a vida.

Existem pessoas que têm o seu QI mais desenvolvido, comparativamente ao QE e/ou QS. Noutros casos, o inverso é verdadeiro.

Algumas - poucas - têm os três tipos de inteligência bem desenvolvidos e, melhor do que isso, sabem utilizá-los com mestria.

Não sei se é o seu caso. De qualquer forma, tenho uma boa notícia para si: o primeiro pequeno passo para

atingir um desempenho óptimo na vida é saber que estes três tipos de inteligência existem... e você está prestes a conhecê-los!

Durante décadas, o QI (Quociente  Intelectual) foi utilizado como a medida exacta da capacidade cognitiva de cada sujeito. Os testes psicométricos tornaram-se populares e foram aplicados em múltiplas áreas das ciências humanas. Ainda hoje são utilizados como instrumentos de estudo e diagnóstico.

No final do século passado foram reveladas descobertas que indicam a existência e um outro tipo de inteligência: a Inteligência Emocional (QE). Ou seja, a capacidade de reconhecer emoções, de usá-las para promover o raciocínio e a actividade cognitiva, de compreender o seu significado e, de fazer uma boa gestão das mesmas para interagir de forma adequada.

Mais recentemente, foi aceite a existência de um terceiro tipo de inteligência: a inteligência espiritual (QS). Não tem qualquer relação com a religiosidade. Está relacionada com o desenvolvimento, transformação e crescimento pessoal. Prende-se com o ser capaz de olhar para os recursos disponíveis e fazer o melhor uso deles, em razão das necessidades. Pode ser avaliada pela  observação de como é que o sujeito compreende o significado da vida, qual o propósito que atribui à sua história pessoal e quais os valores que regulam o seu comportamento.


Resumindo: o QI está relacionado com a resolução de problemas lógicos, O QE com a avaliação de situações e a adequação do comportamento e, O QS é responsável pela interpelação sobre os porquês da vida e a motivação para lhes dar um significado.

Cientistas da Universidade da Califórnia identificaram no cérebro (entre as ligações neurais do lobo frontal) aquilo a que chamaram "God-spot" (traduzido à letra: lugar de Deus). Sem qualquer intenção de usar esta descoberta para provar a existência de Deus, estes cientistas encontraram evidencia de que o cérebro também está programado para pensar questões existenciais. Perguntas como "quem sou?", "de onde vim?" e "para onde vou?" são agora vistas, não como filosofia estéril e demagógica mas, como uma necessidade humana.

A inteligência espiritual deve ser abordada tendo em conta a personalidade, carácter e circunstâncias de cada pessoa. Todavia, podem ser apontados alguns princípios gerais de transformação pessoal, decorrentes do exercício desta inteligência:

  • Auto-Consciência, estar ciente daquilo em que se acredita, valores e motivações
  • Visão e valores, viver de acordo com os princípios e crenças pessoais
  • Utilização positiva da adversidade, aprender e crescer com o erros, com a desilusão e com a dor
  • Percepção holística, estabelecer relações e padrões para cada questão e, cultivar o sentimento de pertença
  • Empatia, ter a capacidade de se colocar no lugar do outro
  • Diversidade, relacionar-se com os outros nas suas diferenças, em vez de, apesar delas
  • Independência, defender convicções próprias, pensar "fora da caixa", ainda que tenha de nadar contra a corrente
  • Questionamento, querer saber os "porquês" fundamentais, conhecer e compreender o que o rodeia
  • Reformulação, observar os problemas com distanciamento e numa perspectiva alargada
  • Espontaneidade, viver "aqui e agora" e ser responsável pelo momento
  • Vocação, sentir-se chamado a cumprir uma missão
  • Humildade, posicionar-se  como um actor entre muitos, com o seu próprio papel no mundo
O desenvolvimento do QE é um requisito básico para um bom QI. Se as áreas cerebrais responsáveis pelas emoções e sentimentos forem danificadas, a capacidade para raciocinar eficazmente é afectada.

Isoladamente, o QI e o QE são incapazes de responder a questões existenciais determinantes, tais como "o meu emprego faz-me sentir realizado?", "sou uma influência positiva na vida  dos outros?" ou "o que é que os outros significam para mim?".

Agora que sabe tudo isto, não perca tempo! Alargue a sua ideia de inteligência! Inclua nela uma visão mais abrangente de si próprio! Tenha um óptimo desempenho na vida!

23 abril 2013

O que é que queres ser quando fores grande?

Perguntar "O que é que queres ser quando fores grande?" é a mesma coisa que perguntar "O que é que queres fazer quando fores grande?"?

Devia ser mas, nem sempre é assim.

Todos os pais querem que as suas crianças venham a ser adultos apaixonados pela vida, sábios, competentes, apreciados, realizados e felizes.

É comum os pais dizerem que querem ver os filhos fazerem no futuro, o que os fizer mais felizes.

A conjunta económica e social actual tende a clivar a atenção dos pais, criando um hiato entre Ser e Fazer.

Lembre-se: só quando fazemos o que somos, nos sentimos verdadeiramente apaixonados pela vida, completos e felizes.

Hoje, mais do que nunca, os pais têm a missão de proporcionar aos filhos um ambiente que desperte vencedores!

Ofereça ao seu filho um ambiente rico e fértil, onde as sementes dos seus dons, talentos e interesses possam crescer:
  •  Mostre apreço e respeito pela genialidade do seu filho. O seu filho é um génio! Acredite. É verdade. Em que brincadeiras ou interesses é que ele revela determinação, uma visão original e brilhantismo? É aí que está a sua genialidade! Pode ser a desmontar brinquedos, subir ás árvores, apanhar insectos, dar cambalhotas ou escrever nas paredes. Neste último caso, forrar um parede com papel de cenário pode ser uma boa ideia ;)
  • Diga-lhe que vai amá-lo e admirá-lo, não importa o que seja/faça no futuro. Dê-lhe liberdade para escolher a sua própria forma de expressão. Se um dia ele lhe disser que quer ser astronauta, não lhe diga que o seu país não vai deixar, como na canção. Diga-lhe antes "Uaauu! Deve ser fantástico poder ver a Terra lá de cima e quase tocar nas estrelas!" Amorosamente, faço-o sentir que tem à sua frente um mundo inteiro de oportunidades.
  • Ajude-o e encoraje-o a descobrir o que quer fazer no futuro e, como lá chegar. Se o seu filho tem um interesse particular, ofereça-lhe oportunidades e recursos para o explorar: mostre-lhe onde fica a prateleira desse tema na biblioteca e requisite livros,  ajude-o a montar um terrário ou herbário, deixe-o ir consigo até à oficina automóvel e apresente-lhe o mecânico. Ajude-o a obter informação, instruções, ajuda e aconselhamento. Ajude-o a ser tudo o que pode ser.
  • Encoraje-o a explorar todos os talentos e interesses que revelar, mesmo que mudem de um dia para o outro. Aqui a palavra chave é explorar.  Leve a sério os interesses do seu filho mesmo sabendo que amanhã, provavelmente, já não vai querer ser astronauta mas, jardineiro.
  • Seja empático e compreensivo com o seu filho quando ele fracassa, se desilude ou desmotiva. Quando ele lhe disser que não consegue, que não é capaz, que já não gosta, ouça-o.  Mostre-lhe que se preocupa. Faça-o sentir que as dúvidas, receios e desmotivação são normais e aceitáveis. Todas as pessoas os experimentam. Não há motivo para ter medo ou vergonha. Diga-lhe "Sim, parece mau. Quando tinha a tua idade também não gostava. Mas agora é altura de levantar a cabeça e tentar outra vez. É difícil mas, tu és capaz." E porque não acrescentar "Eu ajudo-te!"?
  • Apoie-o quando comete erros. Todos os filhos cometem erros. Às vezes prejudicam-se e colocam os pais em situações embaraçosas. Culpabilizá-lo e fazê-lo sentir a sua raiva e desapontamento, não é mais do que dar rédea solta à sua própria ansiedade, preocupação e sofrimento. Antes, ajude-o a perceber as consequências das suas acções e a vê-las como experiências de aprendizagem.
  • Rodeie o seu filho de vencedores que se comprazem com os seus sucessos. Não me refiro a campeões ou milionários mas, a pessoas curiosas, abertas, confiantes e inspiradoras. Seja uma dessas pessoas. Seja um modelo para o seu filho. Deixe-o observar como você se envolve nos seus próprios projectos, como projecta os seus objectivos, não tem medo de falhar, procura recursos e informação, aprende com os erros e tenta outra vez mas de maneira diferente.

O primeiro passo para o sucesso do seu filho começa em si e na liberdade que lhe dá para se expressar, com toda a genialidade que tem.

Orientar vocacionalmente o seu filho é mais do que fazê-lo preencher testes e somar valores. É descobrir o génio que habita nele e oferecer-lhe um ambiente de vencedores.

Acredito ser este o futuro da Orientação Vocacional e estou ao seu dispor.

22 abril 2013

Pro-cras-ti-na-ção

Procrastinação não é só uma palavra tramada de se dizer… pode mesmo tramar-lhe a vida!

Procrastinar é adiar.

Se adiar a leitura deste post para mais tarde, estará a procrastinar! :)

Adiar tarefas importantes ou urgentes, pode lançá-lo numa espiral  complexa de coisas para fazer,  frustrações e problemas. A esse ponto,  já não saberá por onde começar.

A procrastinação pode instalar-se como um hábito, por múltiplas razões: preferência por tarefas que  oferecem gratificação imediata, medo (de falhar, de ter sucesso, do desconhecido, do julgamento, do conflito) não sofrer consequências negativas imediatas,  sobre-avaliar a capacidade para recuperar o tempo pedido, perfeccionismo ou micro-gestão das tarefas.

Se a procrastinação é um problema para si, as melhores dicas que lhe posso dar são estas:
  1. Comece
  2. Recompense-se
Identifique as tarefas urgentes e as tarefas importantes que tem para fazer.
Dou-lhe uma ajuda neste ponto: está a ver a matriz ao lado? Desenhe-a e preencha-a com as tarefas que tem para fazer neste momento.

Foque-se nas tarefas que tem para FAZER IMEDIATAMENTE.

Tome a firme decisão de começar. Não se preocupe com o processo. Foque-se em começar.

Liberte-se de distracções. Se o computador, a televisão ou o telemóvel são distracções, desligue-os.

Comece. Não se perca a pensar em todos os passos que tem de dar para concluir a tarefa. Apenas comece.

Resista à tentação de interromper a tarefa para fazer outra coisa. Há tempo para tudo e agora é tempo de fazer essa tarefa.

Envolva-se no processo e deixe fluir.

Concluída a tarefa, chega a melhor parte: Recompense-se!

Faça uma pausa de 15min. e permita-se fazer aquilo que lhe apetece: jogar play-station, verificar o Facebook ou telefonar a uma amiga.

Refresque a mente, estimule a sua criatividade e retire prazer do processo.

Volte a olhar para a sua matriz e… prossiga!

Mais vale tarde do que nunca mas, é melhor nunca ser tarde!

21 abril 2013

Alterações de humor

"Na Primavera contei 136 diferentes tipos de tempo dentro de 24 horas." Mark Twain

Previna e combata as alterações de humor decorrentes do processo de adaptação à mudança de estação: 
  • Preveligie as actividades ao ar livre
  • Faça exercício físico
  • Adopte uma dieta equilibrada
  • Conviva com amigos, família, e faça novas amizades
  • Dedique tempo ao seu hobbie preferido

20 abril 2013

Depressão sazonal


Chegou a Primavera! E com ela dias mais longos, céu azul, papoilas, mal-me-queres e andorinhas.

Primavera costuma rimar com alegria, energia e vitalidade


No entanto, algumas pessoas parecem sentir mudanças de humor nesta altura do ano: irritabilidade, agitação, sono perturbado (insónia), perda de apetite com consequente perda de peso e, alterações da libido.


É o seu caso?


Se estes sintomas desaparecerem em alguns dias, não se preocupe. Alterações de humor deste tipo são comuns nas fases de mudança de estação.


Todavia, se se prolongar por semanas ou meses, pode estar perante uma Perturbação Afectiva Sazonal (PAS).


Já tinha ouvido falar? Sabe o que é?


Conheça-a e saiba como preveni-la!


Trata-se de uma perturbação depressiva do humor - depressão - que ocorre todos os anos, na mesma altura do ano.


É comum surgir nos meses de Outono/Inverno e desaparecer na Primavera, dando lugar a um humor alegre e efusivo.


Contudo, em alguns casos pode ocorrer nos meses de Primavera/Verão e terminam no Outono, dando lugar, também neste caso, a um humor entusiástico.


Estas alterações que

balançam entre o humor depressivo e o humor maníaco (leia-se, aumento anormal da irritabilidade, excitação e/ou níveis de energia; o oposto da depressão) não devem ser confundidas com a perturbação bi-polar, também designada como maníaco-depressiva. Futuramente, dedicarei um post a este tema.

Existem duas causas prováveis para o aparecimento da depressão sazonal:

  • Diminuição da exposição à luz solar. Esta, altera o relógio biológico que regula o humor, o sono e o sistema hormonal, tornando-o mais lento.
  • Alterações nos neurotransmissores, como a serotonina e a melatonina.
Os sintomas da depressão sazonal que ocorre nos meses de Outono/Inverno são diferentes da que ocorre na Primavera/Verão.
No Outono/Inverno as alterações do humor envolvem ansiedade, perda de energia vital e apatia, ansiedade, retraimento social e diminuição do interesse sexual. 

Nas crianças, os sintomas podem incluir irritabilidade, dificuldades de aprendizagem e astenia.

tratamento da depressão sazonal depende da gravidade dos sintomas e do impacto que estes têm na vida quotidiana. Pode incluir fototerapia, anti-depressivos, ansiolíticos e psicoterapia.

A Perturbação Afectiva Sazonal pode ser prevenida!

Previna a depressão sazonal:
  • Levante-se cedo e aproveita todas as horas de luz que o dia tem para lhe oferecer.
  • Pratique exercício físico ao ar livre, preferencialmente aeróbico. Uma caminhada pela manhã é uma boa opção. Eleva a temperatura do corpo e revitaliza-o.
  • Adopte uma dieta equilibrada e saudável. Não abuse dos hidratos de carbono mas, lembre-se de que são amigos da serotonina. Não os exclua da sua dieta.
  • Mantenha contacto com os seus familiares e amigos. Procure actividades que promovam a socialização.  Conviva. Não se isole.
  • Adira a um hobbie. Dedique algum tempo a fazer aquilo que mais gosta.

Muito importante: Se reconhecer os sintomas descritos, procure um profissional de saúde. Só um profissional de saúde pode fazer um diagnóstico correcto, determinar o nível de afectação e o tratamento adequado.

19 abril 2013

Faça o que o apaixona!


Viver desligado do seu eu genuíno, ignorar os seus dons e talentos, esvazia-o da energia necessária para alcançar o que deseja.


 Ligue-se ao seu eu genuíno!


Use os seus dons e talentos!


Faça o que o apaixona!





18 abril 2013

"Eu Genuíno"


O eu genuíno é um tesouro. 

Como qualquer tesouro, precisa de um mapa para ser encontrado. 

E deixe-me dizer-lhe: você tem esse mapa!

Já lhe perguntaram: "Quem é que tu pensas que és?". Tipicamente, quem perguntou não queria ouvir a resposta. Já a tinha.

"Quem é que tu pensas que és?"... Não percebes nada disto!
"Quem é que tu pensas que és?"... Não é para os teus dentes!
"Quem é que tu pensas que és?"... Mete-te no teu lugar!

Agora pergunto-lhe eu: Quem é que você pensa que é?

A minha pergunta pretende uma resposta. Eu não a tenho.

Aceite o desafio de pegar num papel e de anotar as cinco principais características que definem a sua identidade.

Não existem respostas certas ou erradas. Não pense demasiado. Não se esforce muito. Escreva rapidamente aquilo que lhe surgir como "isto sou eu".

Existe uma enorme probabilidade de ter escrito algo como: "Chamo-me J., tenho 40 anos de idade e vivo em Lisboa" ou "Tenho 1,65m, cabelo castanho, olhos castanho e trabalho em contabilidade" ou " Sou casado, tenho 2 filhos e estou à procura de emprego".

O que escreveu é importante. Revela a sua experiência, a sua história, o seu papel, a sua vivência e os seus relacionamentos. Revela a sua realidade. Mas, revela mesmo a sua identidade?

Esqueça por um momento as suas circunstâncias, dados geográficos, ocupacionais ou estatísticos. Não se preocupe, não vão desaparecer. Vão manter-se inalteráveis enquanto, por momentos, o foco é você.

Agora, o foco é você.

Pense nas coisas que mais gosta de fazer, que mais despertam o seu interesse. Pode ser o seu trabalho, uma actividade desportiva, cinema, fotografia, leitura, um instrumento musical, astronomia, história...

Cada uma dessas coisas é uma pista para encontrar um talento, uma aptidão particular, uma forma invulgar de ver os outros ou de transformar a realidade. Pode não saber que os tem. E ainda assim, é aí que está o seu eu genuíno.

A sua identidade tem um design único.
A sua identidade não é passiva, estática ou imutável.
A sua identidade precisa de se expressar, para se manter saudável e equilibrada.

Existe em si uma matriz única de talentos e dons. Está escondida nas coisas que gosta de fazer e que lhe despertam interesse. Descubra-a!
As coisas que o apaixonam, são o mapa para encontrar o seu eu genuíno.

Esse tesouro - o seu eu genuíno - oferece-lhe uma riqueza extraordinária: pedras preciosa e moedas de ouro com as quais pode adquirir um propósito de vida!

Deixe que as suas pedras preciosas e moedas de ouro brilhem!

Invista numa vida com propósito!

17 abril 2013

Relações Genuínas



Relações genuínas, são tão preciosas quanto escassas.

Fazem-nos sentir apreciados.

Aumentam a nossa criatividade.

Geram oportunidades. 

Potenciam o sentimento de satisfação e de bem estar.

Pense nas relações que mantém online. No emprego. Com a família.
Quantas delas  são verdadeiramente próximas, genuínas e profundas?

Actualmente é possível manter relações com um grande número pessoas, em diferentes contextos, de diversos meios e origens.
Ao mesmo tempo, a intenção de nutrir relações significativas é facilmente traída. A azáfama e as distracções da vida quotidiana podem ser muito castradoras.

Conhece a expressão "mais vale ter poucos amigos, mas bons"? 

Para ter bons amigos, é preciso merecê-los.



E para que não sejam poucos mas, muitos e bons, é preciso cativa-los e assumir essa responsabilidade.

Saiba como:
  1. Crie disponibilidade para conhecer os outros tal como são. Seja curioso e descubra-os. Cultive a aceitação de cada pessoa como um ser único e particular. Cada uma com a sua história e um encanto peculiar. Não pode forçar outra pessoa a relacionar-se consigo. Não pode forçá-la a retribuir-lhe na medida das suas expectativas. Verá que é mais gratificante relacionar-se com a pessoa real que tem à sua frente, do que com a fantasia sobre quem esperava que ela fosse.
  2. Reserve tempo para as suas relações mais significativas, todos os dias. Partilhe a leitura de um livro, uma caminhada ou uma refeição com quem mais gosta. Convide um amigo para beber um copo ou fazer exercício.  Telefone ou envie uma mensagem que demonstre o seu apreço e interesse.
  3. Permita que o fluxo de interacção e a partilha revelem livremente os traços de personalidade e de carácter do outro. Deixe que a sua própria personalidade transpareça e ofereça ao outro a liberdade de se revelar. Relacione-se sem estabelecer parâmetros, métricas ou objectivos.  É claro que todos temos os nossos padrões. Todos exigimos alguns mínimos olímpicos nas modalidades de valores e princípios, para aceitarmos alguém. E é lógico que há pessoas com as quais não nos vamos querer relacionar. Pode ser uma decisão sensata e razoável. Mas faça-a com conhecimento. Não se deixe levar por preconceitos.
  4. Seja você mesmo. Ninguém é completamente competente, conhecedor, interessante, divertido e inteligente. Essa é apenas uma parte do que cada um de nós é. Revelar-se tal qual é, pode ser assustador. Pode fazê-lo sentir-se vulnerável mas, acredite, o risco compensa. Em troca receberá confiança, relações mais transparentes, profundas e honestas.

A genuinidade é contagiante. Seja seu transmissor!

Seja genuíno! Rodeie-se de pessoas genuínas! Não há melhor predictor de realização e sucesso pessoal.

Algumas pessoas precisam de orientação e de apoio para descobrirem o seu "eu genuíno". É por isso que aqui estou. Se for o seu caso, contacte-me. 

12 abril 2013

Virar a Página

Virar a página quando nada corre bem?

Sim, é possível e mais fácil do que parece!

É uma questão de ter espírito de contradição e foco!

A sua vida assemelha-se a uma pista de obstáculos?

Os imprevistos sucedem-se? 

É perseguido por uma avalanche de problemas?

Vire a página em dois tempos!

Primeiro: Tenha espírito de contradição!

Conhece a lei de Murphy? A lei de Murphy afirma que "se existe a possibilidade de alguma coisa correr mal, vai mesmo correr mal e, na pior altura possível!". Quantas vezes já pensou: "ninguém ouve o que digo, até dizer uma asneira", "só conheço pessoas interessantes quando estou acompanhado" ou, "só chove quando me esqueço do guarda chuva"?

Contrarie a lei de Murphy! Crie a sua lei! A lei da Maria. A lei do Manuel. A lei do Francisco.

Porque não adoptar a máxima: "se existe a possibilidade de alguma coisa correr bem, pode mesmo correr bem!"?

Lembre-se de que o optimismo contribui para uma vida mais saudável, maior resiliência perante adversidades e, relações mais satisfatórias.

As pessoas optimistas cultivam e aceitam o sucesso, sem culpas ou reservas. 

Ao contrariar a lei de Murphy, vai desenvolver as mesmas competências e aptidões que as pessoas naturalmente optimistas usam para alcançar os seus objectivos. 

Liberte-se da inércia. Não se deixe levar pelos acontecimentos. Pratique o optimismo.

Ao comprometer-se com os seus objectivos e celebrar cada pequena conquista, vai criar uma onda transformadora de optimismo que se auto-alimenta.

Segundo: Mantenha o foco na meta!

Tire uma fotografia mental à sua vida. Repare que os obstáculos fazem parte do caminho mas, não o definem.

Desfoque-os momentaneamente.

Agora, foque a meta. Onde quer chegar? O que quer alcançar?

Estabeleça prioridades. Tendo em vista a meta que quer alcançar, atribua aos seus obstáculos uma escala de urgência/importância. De 1 a 10, por exemplo.

Será que todos os problemas que identificou são mesmo problemas? Terão importância daqui 1 mês ou 1 ano? Reajuste a sua lista de prioridades.

Centre a atenção num obstáculo de cada vez, avançando na escala, à medida que os for solucionando.

Para cada obstáculo, antecipe múltiplas alternativas de solução. Não as julgue. Todas são válidas, neste ponto.

Avalie cada uma de forma minuciosa: esta hipótese resolve o meu problema? Faz-me avançar na direcção da meta que estabeleci? Quanto tempo e esforços requer? Qual a relação custo/benefício? Como é que me afecta, e aos que me rodeiam, agora e no futuro?

Escolha a solução que lhe oferecer maiores benefícios e menores custos; mais vantagens do que desvantagens.

Defina um plano de acção. Liste todas as tarefas que precisa de concretizar, para realizar com sucesso a solução escolhida.

Coloque ao seu dispor os recursos necessários, seja pedir ajuda a alguém, enviar um e-mail ou deslocar-se a uma repartição pública.
Estabeleça um limite temporal para realizar cada tarefa.
Comprometa-se com esse plano. Cumpra-o, tarefa a tarefa.

Ultrapassado o primeiro obstáculo, passe ao segundo. Prossiga.

Sinta a satisfação de ver os seus obstáculos serem ultrapassados, um a um.

Celebre cada conquista.

Volte a olhar para a fotografia da sua vida. O que vê?

Redefina a meta, se necessário. Decomponha-a em pequenos objectivos e conquiste-os! 

E se precisar de ajuda, não hesite! Contacte-me!